O GFS Pride afundou em 14 de outubro, depois de sofrer danos e pegar fogo durante a passagem pelo Estreito de Ormuz. A Autoridade Marítima e Portuária de Singapura informou que os 21 tripulantes foram retirados em segurança e que não houve feridos. O navio tinha capacidade para transportar 2.824 contêineres, mas não foi divulgado quantos estavam a bordo no momento do incidente.
Após o naufrágio, imagens divulgadas nas redes sociais mostraram contêineres e objetos à deriva. Reportagens internacionais relataram que pescadores foram ao local e recolheram itens descritos como iPhones e perfumes. A carga exata não foi confirmada por um manifesto público do navio.
Causa do naufrágio ainda é contestada
A Marinha da Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o cargueiro atingiu uma mina naval ao seguir por uma rota que classificou como não autorizada. Já a autoridade marítima de Singapura informou que o navio sofreu danos e pegou fogo; relatos de autoridades marítimas apontaram que ele foi atingido por um projétil não identificado. A causa do naufrágio não foi confirmada de forma independente.
O Estreito de Ormuz é uma rota estratégica para o transporte marítimo internacional. O naufrágio ocorreu em meio a outros incidentes envolvendo embarcações comerciais na região, ampliando as preocupações com a segurança da navegação.
Fontes: Autoridade Marítima e Portuária de Singapura, Reuters, Associated Press, CNN Brasil e The National.













