O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (20/10) que a América do Sul vive uma forte guinada política rumo à direita. Em declaração repercutida às vésperas do segundo turno das eleições brasileiras, o republicano afirmou que o continente — antes inclinado à esquerda — agora registra vitórias expressivas de candidatos apoiados por sua administração. Embora não tenha citado nominalmente o Brasil na ocasião, Trump já havia qualificado o desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno como uma "grande vitória". Paralelamente, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, destacou o alinhamento regional em pautas como o combate ao narcotráfico.
O redesenho do mapa político na América do Sul ganhou novo destaque no cenário internacional com manifestações diretas da alta cúpula do governo dos Estados Unidos.
A avaliação de Donald Trump sobre a região
Conforme apurado pelo Metrópoles, Trump comentou o panorama geopolítico sul-americano ao ser questionado sobre cenários eleitorais na Europa:
- Reformulação de recursos: O secretário de Estado, Marco Rubio, apontou que a reformulação da assistência internacional e o fim do modelo anterior da USAID ajudaram a estreitar laços com governos parceiros focados no combate ao crime transnacional.
- Escudo das Américas: Cerca de 14 países aderiram a declarações conjuntas para classificar cartéis e facções — como o PCC e o Comando Vermelho — como organizações narcoterroristas. O Brasil e o México ficaram de fora da iniciativa de segurança liderada por Washington, mantendo a postura de rejeição a presenças militares estrangeiras em solo nacional.













