Eleições 2026

Renan Santos descarta apoiar Lula e avalia que risco de concentração de poder é maior com Flávio

Em entrevista ao Canal UOL, o presidente do partido Missão afirmou que não pretende endossar nenhum dos candidatos no segundo turno e quer preservar um projeto político próprio.

Foto: Globo/ Manoella Mello
Foto: Globo/ Manoella Mello

O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou que não pretende apoiar Lula (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Em entrevista ao programa Alt Tabet, do Canal UOL, nesta quarta-feira (15), ele também disse que não deve votar e que prefere manter distância dos dois candidatos.

Quarto colocado no primeiro turno, Renan explicou que não quer vincular o partido a outro campo político. Segundo ele, a prioridade é construir uma alternativa própria e preservar a identidade do projeto que lidera.

Crítica sobre concentração de poder

Apesar de descartar apoio a Lula, Renan avaliou que o risco de concentração de poder seria maior em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. Na avaliação dele, o senador poderia contar com uma base ampla no Congresso Nacional.

Renan afirmou ainda que vê riscos institucionais nos dois projetos políticos, mas disse não considerar provável um golpe militar. As declarações são avaliações do dirigente e foram feitas durante a entrevista.

Ao comentar sua posição sobre o voto, ele disse que os eleitores estão livres para escolher entre os candidatos. Também afirmou que pode anular o próprio voto, a depender de onde estiver no dia da votação.


Fonte: UOL

Fonte: https://atividadeagora.com.br/noticias/renan-santos-descarta-apoiar-lula-e-avalia-que-risco-de-concentracao-de-poder-e-maior-com-flavio

Continue informado

Reprodução/XinhuaMundo & Política InternacionalRússia diz estar disposta a retomar laços com países que agem de boa-féO ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, declarou nesta terça-feira (20/10) que Moscou está disposta a restabelecer laços diplomáticos e comerciais com nações que ajam de "boa-fé". A manifestação acontece em um cenário de reaproximação com os Estados Unidos, impulsionado por sinais de diálogo entre Donald Trump e Vladimir Putin, que discutem uma possível cúpula trilateral sobre desarmamento nuclear ao lado de Xi Jinping.Vinicius Almeida